Esta passagem de Eclesiastes é uma das mais famosas das Escrituras. Atribui-se a Salomão, o sábio rei hebreu, a autoria deste e outros dois livros, também poéticos, que compõem o cânon do Tanakh, o Antigo Testamento.
O nome do livro em grego, Ekklēsiastēs, significa "congregante", "aquele que convoca os de fora", e deriva da mesma palavra que dá origem a "igreja", ekklēsia, que é, não o templo ou o local de rito da fé, mas a própria massa dos congregados, que vieram de (ek-) fora atendendo a um chamado (-klēsia). Aqui, o chamado do sábio rei ecoa pelas eras, endereçado aos jovens, ainda hoje com um apelo irresistível, seja pelo vigor das palavras, pela mensagem - até mesmo por suscitar tantas interpretações -, seja pelo conteúdo espiritual, que interpreto como segue, de forma livre, numa releitura em que busco aproveitar o significado metafórico da intraduzível poesia hebraica.
O nome do livro em grego, Ekklēsiastēs, significa "congregante", "aquele que convoca os de fora", e deriva da mesma palavra que dá origem a "igreja", ekklēsia, que é, não o templo ou o local de rito da fé, mas a própria massa dos congregados, que vieram de (ek-) fora atendendo a um chamado (-klēsia). Aqui, o chamado do sábio rei ecoa pelas eras, endereçado aos jovens, ainda hoje com um apelo irresistível, seja pelo vigor das palavras, pela mensagem - até mesmo por suscitar tantas interpretações -, seja pelo conteúdo espiritual, que interpreto como segue, de forma livre, numa releitura em que busco aproveitar o significado metafórico da intraduzível poesia hebraica.
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